6/23/2013

ASSASSINADOS CAMPONESES POR ORDEM DO PRESIDENTE DA COLÔMBIA JUAN MANUEL SANTOS



         
No dia 22 de junho, o presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos ordenou que o exército colombiano disparasse contra mais de sete mil camponeses da região do Catatumbo. Os camponeses estavam exercendo seu direito de protestar contra as nocivas políticas agrícolas e de mineração que afetam a essa região. Os protestos, que já tem mais de doze dias, não foram reconhecidos pelo governo nacional, o qual não tem permitido a possibilidade real de diálogo e negociação das necessidades da população camponesa da região. A única resposta foi a repressão das forças pública: o exército e a polícia colombiana.

A ordem irresponsável emitida pelo Presidente da Colômbia resultou no assassinato de dois camponeses pelo Exército colombiano: Leonel Jacome, 20 anos de idade e Edilson Jaimes Franco, 21 anos. Assim como também foram feridos dez camponeses por armas de fogo das forças de segurança.

O presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, em uma coletiva de imprensa afirmou que os mais de sete mil camponeses que protestam fazem parte das FARC e ordenou ao exército disparar contra essa população. Esta situação constitui uma grave violação dos direitos humanos e do direito internacional humanitário, transformando civis em alvos militares. 

A população camponesa como forma de denúncia e buscando impedir que seguisse a brutal repressão se tomaram o aeroporto da cidade de Ocaña, no departamento de Norte de Santander. Onde se mantém intensos confrontos com o exército e a polícia.

        
A região de Catatumbo está localizada a noroeste da Colômbia, no departamento – estado - de Norte de Santander, na fronteira com a Venezuela. É uma região montanhosa, onde há vários anos, a população camponesa se organizou para que se reconheça seu território como Zona de Reserva Camponesa - ZRC, como o regulamenta a Lei 160 de 1994 e o Decreto 1777 de 1996.

Esta região é afetada por cultivos ilícitos de coca, como muitas regiões da Colômbia, pela falta de políticas agrícolas que permita aos seus moradores ter acesso a terra e desenvolver programas de agricultura sustentável. O governo colombiano concedeu a empresas estrangeiras o direito de exploração de minérios nessas terras sem consultar a seus habitantes. Além de tudo isso, o Catatumbo é uma região onde o nível de conflito armado foi intensificado pela presença dos guerrilheiros das FARC, ELN e EPL e aumento da força militar do governo para proteger as empresas estrangeiras de mineração.

A cidade de Ocaña, que é a segunda maior cidade do departamento de Norte de Santander, com cerca de oitenta mil habitantes, fica a 687 km da capital do país, Bogotá. O aeroporto da cidade só tem voos domésticos; é utilizado, também, pelas empresas estrangeiras de mineração, e pelo exército colombiano para realizar operações militares e aprovisionar-se.

As comunidades camponesas do Catatumbo exigem a presença de organizações de direitos humanos nacionais e internacionais para a verificação das violações dos direitos humanos por parte do governo do presidente Santos. Da mesma forma, tem definido manter os protestos que já completam doze dias e divulgaram uma lista com suas demandas na tentativa de negociar com o governo nacional, onde exigem: parar a exploração de minérios, finalizar as políticas nocivas contra a região, ser reconhecido como Zona de Reserva Campesina – ZRC, e que se faça um programa agrário com a participação ativa da população camponesa.

Fazemos um chamado às organizações políticas e sociais brasileiras, e as autoridades deste país que acreditam na solidariedade entre os povos e que estão no Fórum Permanente pela Paz na Colômbia, para que se solidarizem com a população camponesa da região do Catatumbo com:


Mobilização através de suas pautas de luta e pressionar o governo colombiano com manifestações públicas de denuncia para que cessem as medidas de repressão contra a população camponesa do Catatumbo.

Exigir que o governo colombiano respeite os direitos humanos dessa população, que não continuem violando o direito internacional humanitário, transformando-os em alvo militar e reconheça seus direitos legítimos de protesta.

Exigir que o governo colombiano estabeleça mecanismos reais de diálogo e negociação com a população camponesa do Catatumbo reconhecendo suas exigências e reconhecendo a região do Catatumbo como Zona de Reserva Campesina – ZRC.

Exigir o respeito das organizações camponesas do Catatumbo que fazem parte da Associação Nacional de Zonas de Reserva Camponesa - ANZORC, não criminalizá-las e dar-lhes todas as garantias para o seu desenvolvimento.

Fórum Permanente pela Paz na Colômbia

Que são as Zonas de Reserva Campesina – ZRC?
A ZRC é uma figura de ordenamento territorial aprovada pelo Congresso da Colômbia, em 1994, pela Lei 160 e regulamentada pela Presidência da República com Decreto 1777, de 1996, que visa proporcionar à população camponesa com poucos recursos terras que são do Estado e que não estão sendo produtivas. Atualmente existem seis ZRC e sete estão à espera de serem aprovadas, dentro das quais esta a região do Catatumbo.
As comunidades camponesas que estão nesse processo são cinquenta organizações que fazem parte da Associação Nacional de Zonas Reserva Camponesa - ANZORC. Estão localizadas em diferentes pontos das regiões agrícolas mais precárias da Colômbia. Regiões que por suas características geográficas, econômicas e políticas têm gerado conflitos agrícolas. Nesses territórios por sua localização geografia há cultivos ilícitos de coca, mas também em muitas desses territórios há concessões do governo atual de Juan Manuel Santos para a exploração de mineração ou monocultura por parte de empresas estrangeiras; assim como o nível de conflito armado tem aumentado pela forte presença de atores armados – guerrilhas e a força pública.

Exército assassina camponeses
http://www.youtube.com/watch?v=IS0S6CrFNGk&feature=player_embedded

 Porque as protestas da população camponesa do Catatumbo
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=qCb3tO-aGsM#at=58

5/23/2013

TUDO PRONTO PARA O FÓRUM PELA PAZ NA COLÔMBIA




Equipe de Trabalho do Fórum pela Paz na Colômbia 
e a Deputada Diana Urrea do País Basco

Em Porto Alegre, está tudo pronto para o inicio do Fórum pela Paz na Colômbia que se realizará entre os dias 24 e 26 de maio. O Fórum é produto de dez meses de trabalho que começou a partir da ideia concebida pela Marcha Patriótica Capítulo Brasil. Depois de quatro meses de articulação com diversos movimentos sociais e políticos do Brasil, Argentina, Uruguai e Colômbia, o Fórum já é um êxito: conta com o apoio destes países, que abraçaram a proposta, além de contar com a participação de centenas de delegados e delegadas de movimentos sociais, partidos políticos, parlamentares do cone sul e de 
outros países como Venezuela, País Vasco e da Europa.  

O fórum tem sido convocado para debater e construir propostas de articulação e solidariedade internacional para a solução política à guerra na Colômbia com os seguintes objetivos: a construção de uma paz com justiça social, democracia e soberania; a participação direta do conjunto do movimento social e popular na mesa de diálogos entre o governo da Colômbia e a insurgência das FARC-EP; o cessar fogo bilateral durante os diálogos; o início de diálogos de paz com as insurgências do ELN e o EPL; o fortalecimento da solidariedade entre os povos de Nossa América.

Esses objetivos se alcançarão usando como metodologia mesas de debate sobre os eixos do fórum: justiça social, democracia e soberania. Também haverá mesas setoriais: terra e território, direitos humanos, militarização, trabalhadores e sindicalismo, mulheres, educação, juventude e parlamentares pela paz. Participarão líderes que se destacaram nesses temas, que contribuirão com elementos para pensar e construir as propostas, que sejam realizadas, aprovadas e coordenadas na Assembleia dos Movimentos Populares do Fórum pela Paz na Colômbia. Além de todo esse trabalho político será realizado um show pela paz com participação de diversos artistas populares latino-americanos com a presença de Daniel Viglietti, Pedro Munhoz, entre outros, além de música folclórica colombiana.

Convidados e convidadas como Piedad Córdoba, David Florez, Pedro Lantieri, Graciela Jorge, Araceli Ferreira, Socorro Gomes, entre outras personalidades que dialogarão nas mesas de debate, assim como as diversas delegações dos países que participarão, já estão começando a chegar a Porto Alegre. Eles e elas vêm em marcha com muito ânimo para seguir avançando nos caminhos comuns que permitam que a paz na Colômbia com justiça social, democracia e soberania seja uma realidade, um avanço na segunda e definitiva independência de toda nossa Pátria Grande Latino-americana.

5/22/2013

ORGANIZAÇÕES CONVIDAM GOVERNO E GUERRILHA A APRESENTAREM SUAS PROPOSTAS PARA A PAZ DURANTE O FÓRUM

O Fórum pela Paz na Colômbia acontece em meio aos diálogos de paz entre o governo colombiano e as forças insurgentes das Farc travados em Cuba. Com objetivo de apoiar o processo de paz e reivindicar maior participação da sociedade civil nos diálogos, as entidades organizadoras do Fórum convidam representantes de ambos lados para apresentarem suas propostas para a paz e debater com os participantes do evento em Porto Alegre.

Segue abaixo o convite traduzido ao português: 


São Paulo, 30 de março de 2013
Senhores Representantes das partes na Mesa de Diálogos de Paz
Governo da República da Colômbia
A/C: Dr. Humberto de la Calle Lombana
Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia – Exército do Povo
A/C: Sr. Iván Márquez

As organizações sociais, sindicais, políticas, negras, de juventude e de mulheres da República Federativa do Brasil e da República da Colômbia que assinam este documento se juntaram para promover um Fórum pela Paz na Colômbia, em respaldo aos diálogos de vêm sendo realizados em Havana e pelo apoio a uma mesa de diálogo com o ELN. Será um fórum da sociedade civil que concentrará seus esforços em abordar temas relacionados com o conflito social colombiano com a finalidade diversa e plural de reunir propostas e iniciativas que fortaleçam a participação popular na construção de um eventual acordo de paz.

 O fórum acontece entre os dias 24 e 26 de maio na cidade de Porto Alegre, localizada no sul do Brasil. Nestes dias discutiremos democracia, justiça social, terras e territórios, mulheres, jovens, direitos humanos, soberania, conheceremos a cultura e a arte colombianas, entre outros temas. Nesse contexto não podem faltar as vozes que estão buscando um acordo na mesa de diálogos de Havana, razão pela qual os organizadores do Fórum convidam o Governo Colombiano e as Farc-EP a expressar suas propostas de paz no dia 25 de maio, entre as 15 e 18h (horário brasileiro). Cada um contará com 60 minutos para manifestar suas opiniões e 30 minutos para responder perguntas.

 Este comunicado será publicado pelos meios autogestionados do Fórum e das entidades organizadoras. Também faremos chegar a vocês esta mensagem através das embaixadas dos países facilitadores do processo de diálogo presentes na República Federativa do Brasil.

 Com desejo de contribuir para a paz na Colômbia;

Atenciosamente,

Comitê Organizador do Fórum pela Paz na Colômbia
(veja a lista das organizações que assinam)

5/19/2013

GRANDES NOMES DA MÚSICA LATINO-AMERICANA APOIAM O FÓRUM PELA PAZ

Uma das atrações artísticas que participará do Show pela Paz na Colômbia, no dia 24 de maio, é  o cantor e compositor uruguaio Daniel Viglietti, um dos maiores expoentes da música de protesto latino-americana, que chegou a gravar um disco junto ao poeta Mario Benedetti. Há décadas, Daniel é artista comprometido com as causas populares latino-americanas, como se pode ver neste  vídeo no qual canta na Nicarágua em plena Revolução Sandinista. Além do cantor uruguaio, haverá a apresentação do show cantoria brasileira, de Pedro Munhoz, Cícero do Crato e Zé Pedro Rocha e outra atrações como grupos folclóricos argentinos e colombianos e rap do Rio de Janeiro.
 
Outros grandes músicos argentinos gravaram mensagens de apoio ao Fórum. Vejam aqui os vídeos de Leon Gieco, Victor Heredia e Piero. A solidariedade latino-americana continua vivíssima. Todos e todas a Porto Alegre pela PAZ na Colômbia!

Até logo! Hasta luego!

5/18/2013

PARAGUAI TAMBÉM SE MOBILIZA EM APOIO AO PROCESSO DE PAZ COLOMBIANO

Najeeb Amado, secretário-geral do Partido Comunista Paraguayo (PCP), que compõe a Frente Guasu, é um dos palestrantes internacionais do Fórum pela Paz na Colômbia. Confira uma entrevista com o jovem líder da esquerda sobre a conjuntura política de seu país e o processo de solidariedade com a Colômbia

- Qual a situação atual dos movimentos populares no Paraguai?

No Paraguai estamos trabalhando pelo reagrupamento do movimento popular, cujo tronco político hoje é a Frente Guasu (guasu significa “grande” no idioma guarani), uma articulação de partidos e movimentos políticos de caráter anti-imperialista. Com o resultado que obtivemos nas recentes eleições conseguimos nos constituir como a terceira força eleitoral, resultado inédito para a esquerda na história política de meu país.

Desde o fim das eleições, estamos trabalhando pela convocação ao Congresso Nacional da Frente Guasu, que pretendemos realizar no dia 10 de novembro deste ano. Ao mesmo tempo estamos compartilhando nossa agenda legislativa, produto do Tape Guasu (Grande Caminho, que é como chamamos ao programa da Frente), com os movimentos de operários, camponeses, estudantis, territoriais, culturais, juvenis e outros.

Ao mesmo tempo em que a vitória de Horacio Cartes fecha uma espécie de trilogia (Massacre de Curuguaty em 15 de junho de 2012, golpe de estado parlamentar em 22 de junho de 2012 e eleições gerais em 21 de abril de 2013) da restauração conservadora reacionária e com traços terroristas, a campanha eleitoral da Frente Guasu, com grandes mobilizações e as votações a favor de nossa proposta claramente anti-imperialista, antioligárquica e popular, mostra uma crescente organização na das maiorias trabalhadoras do campo e da cidade que padecem da impotência de uma classe dominante e de um Estado oligárquico que se mostram absolutamente incapazes de resolver favoravelmente a melhoria da qualidade de vida de setores cada vez mais amplos da população paraguaia.

- Por que o Fórum pela Paz na Colômbia, que acontece de 24 a 26 de maio em Porto Alegre, é importante?

É muito importante que os povos de Nossa América nos expresmos de maneira conjunta a favor da paz com justiça social pra o povo colombiano. Nesse sentido, o Fórum pela Paz na Colômbia que será realizado em Porto Alegre permite uma expressão unificada de apoio aos esforços para alcançar essa paz de terra, essa paz de trabalho digno, essa paz de moradia pra todas e todos, paz de saúde e educação gratuitas e de qualidade, pelas quais tantos homens e mulheres lutaram e deram a vida. Neste Fórum poderemos enriquecer este sentido, esta construção de Nação entendida como povo que se protege e assegura o futuro para seus filhos e filhas, fazendo valer a voz das maiorias, dando matéria e coerência a uma verdadeira democracia. Porque compreendendo o sentido e a importância de uma paz na Colômbia podemos entender nossos processos em cada um de nosso países e avançar na necessária articulação e unidade das lutas populares.

- Quais as implicações que a construção da paz na Colômbia pode ter para o Paraguai e para a América Latina?

Eu dizia que analisar e tentar entender o processo colombiano e fazê-lo nosso, é fundamental para fortalecer as lutas em cada um de nossos países. Acontece que a Colômbia tem sido o centro de operação do imperialismo ianque em nosso continente. Para o Paraguai é de vital importância conhecer o processo colombiano e contribuir para a solução política do conflito social armado que este lindo país vive, porque, entre outras coisas, o Paraguai tem uma localização geoestratégica importante para o Cone Sul de Nossa América e, de fato, o objetivo do imperialismo norte-americano é consolidar em meu país o caráter de centro ao serviço de seus interesses para monitorar os processos regionais, explorar seus recursos naturais e humanos e desestabilizar os avanços democráticos no Brasil, na Argentina, no Uruguai e na Bolívia. Além disso, o fenômeno da mobilização massiva e combativa com a consolidação da Marcha Patriótica como força social e política de massas nos gera uma referência fundamental na hora de compreender o que é a sociedade em seu processo de transformação e formação de consciência, que em última instância destrói e constrói suas estruturas de domínio.

- Poderia enviar uma mensagem a todos lutadores pela paz com justiça social do continente e fazer um chamado para participar do Fórum?

Participar do Fórum pela Paz na Colômbia é um grato dever para qualquer pessoa de bem, porque o Terrorismo de Estado deve ser combatido de maneira exemplar, unitária e popular. Defender a paz com justiça social na Colômbia é defender a vida, é fazer realidade aquela bela e certeira frase de José Martí, que esquenta nosso sangue e dá ritmo a nosso corações quando lembra que “Pátria é humanidade”. Sentir-se parte de um projeto histórico de libertação e entender que, como muito insistiu uma companheira e poeta paraguaia, lutadora exemplar, chamada Carmen Soler, deve-se amar a vida, e por amá-la tanto não se pode querê-la indigna, é simplesmente gratificante. Minha saudação e adimirção a cada homem
e cada mulher que não cede sua dignidade e que manifesta dia a dia a alegria de viver lutando por um mundo melhor, sabendo sem dúvidas que a paz sem voz não é paz, é medo.

5/17/2013

"A POMBA DA PAZ": ENCONTRO FUTEBOLÍSTICO NO RIO DE JANEIRO PELA PAZ NA COLÔMBIA


Em 11 de maio, no Aterro de Flamengo (Rio de Janeiro), realizou-se o primeiro jogo de futebol pela paz na Colômbia. O encontro chamado de "Pomba da Paz" foi uma iniciativa liderada pela Rádio Rua, a Marcha Patriotica Capítulo Brasil e a Rumba Tipo Colômbia.

Várias equipes, de múltiplas nacionalidades, algumas com experiência como time e outras constituídas para a pelada, estiveram no local conhecendo um pouco mais sobre a proposta do Fórum pela paz na Colômbia, que será realizado na cidade de Porto Alegre, nos dias 24, 25 e 26 de maio próximos. 



Além da participação dos jogadores e jogadoras no campo, houve música, churrasco democrático, baile e muitas boas ideias sobre como constribuir para a paz na Colômbia. Assim, com tradicionais formas de passar o tempo livre, a gente conseguiu se reunir para discutir novas maneiras de pensar e viver o país.

A maior satisfação deste tipo de encontros é a possibilidade de criar espaços, coletivos e fraternos, para que todas e todos pudessem compartilhar ideias, preocupações, experiências e perspectivas ao redor da discussão sobre o acontecer colombiano, dentro e fora das fronteiras nacionais. Nesse sentido, espera-se poder realizar novos encontros no futuro com o objetivo de integrar mais e mais colombianos e latinoamericanos residentes na cidade de Rio de Janeiro.

As pessoas que ainda não se inscreveram para participar do Fórum pela paz na Colômbia, podem realizar suas inscrições, preenchendo o formulário disponível no seguinte link